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O DHL Global Connectedness Index de 2020 sinaliza a recuperação da globalização após a pandemia de COVID-19

O relatório, agora na sua sétima edição, é a primeira avaliação detalhada sobre a globalização durante a disseminação da pandemia de COVID-19

Cadeias de fornecimento e redes logísticas conectadas possuem um papel essencial na manutenção do funcionamento do mundo e na estabilização da globalização

JOHANNESBURG, África do Sul, 7 de dezembro 2020/APO Group/ --

O comércio global teve uma forte recuperação, sustentando as economias de todo o mundo; A "globalização digital" veio com força, conforme a queda do fluxo de pessoas; O ranking de países é liderado pelos Países Baixos, Singapura, Bélgica, Emirados Árabes Unidos e Irlanda; A iniciativa da DHL (https://www.DPDHL.com) pela globalização foi lançada na Stern School of Business da Universidade de Nova York.

A DHL e a Stern School of Business da Universidade de Nova York lançaram recentemente o “DHL Global Connectedness Index 2020” (GCI). O relatório, agora na sua sétima edição, é a primeira avaliação detalhada sobre a globalização durante a disseminação da pandemia de COVID-19. Este registra os fluxos internacionais de comércio, de capital, de informação e de pessoas em 169 países e territórios. Após manter-se constante em 2019, as previsões atuais sugerem que o índice irá cair significativamente em 2020 devido aos efeitos do distanciamento causado pela COVID-19 nas sociedades, como fronteiras fechadas, proibição de viagens e linhas aéreas de passageiros suspensas. Apesar disso, é improvável que a pandemia diminua o nível de conectividade geral do mundo abaixo de onde estava durante a crise financeira de 2008 e 2009. Os fluxos de comércio e de capital já começaram a recuperar e os fluxos de dados internacionais tiveram um grande aumento durante a disseminação da pandemia, já que o contato pessoal foi substituído pelo mundo on-line, aumentando o tráfego internacional de internet, os telefonemas e o comércio eletrónico.

"A atual crise mostrou quão indispensáveis as conexões internacionais são na manutenção da economia global, na proteção do sustento das pessoas e no auxílio ao fortalecimento dos níveis de comércio das companhias", disse John Pearson, CEO da DHL Express. "Cadeias de fornecimento e redes logísticas conectadas possuem um papel essencial na manutenção do funcionamento do mundo e na estabilização da globalização, especialmente neste momento de crise que assola o nosso planeta. Tal faz-nos lembrar da necessidade de estar sempre preparados para qualquer desafio. Os recentes avanços da vacina colocaram um holofote na importância sistémica de uma logística médica rápida e segura, dependente de uma rede interconectada global que garante efetivamente a distribuição internacional".

Apesar de a COVID-19 ter interrompido os negócios e a vida em todo o mundo, não conseguiu romper os elos fundamentais que nos conectam além das fronteiras nacionais. "Este relatório mostra que a globalização não entrou em colapso em 2020, mas que a pandemia de fato transformou – pelo menos temporariamente – a forma como os países se conectam. Também demonstra tanto os perigos de um mundo onde os principais elos são perdidos e a necessidade urgente de uma cooperação mais efetiva frente aos desafios globais", comentou o autor GCI principal, Steven A. Altman, Senior Research Scholar e Director da Iniciativa DHL sobre a globalização na Stern School of Business da Universidade de Nova York. "Uma conexão global mais forte pode acelerar a recuperação mundial da pandemia de COVID-19, pois os países que se conectam mais aos fluxos internacionais tendem a beneficiar de um crescimento económico mais rápido".

O teste de stresse da COVID-19 para a globalização: Fluxos digitais a aumentar, fluxos de comércio e capital a recuperar, fluxo de pessoas em queda

Conforme previsto, os confinamentos e a proibição da viagens para impedir a disseminação do vírus levaram a um colapso sem precedentes do fluxo de pessoas em 2020. O número de pessoas que viajam para países estrangeiros está em vias de cair 70% em 2020, de acordo com a mais recente previsão da ONU. O turismo internacional provavelmente não retornará ao seu nível pré-pandémico antes de 2023. No entanto, todos os outros tipos de fluxos se mantiveram surpreendentemente bem. O comércio internacional recuperou fortemente após uma grande queda no início da pandemia e continua a ser a espinha dorsal das economias de todo o mundo.

Os fluxos de capital foram atingidos mais intensamente. Os fluxos de investimento estrangeiro direto (IED), que refletem as empresas a comprar, construir ou reinvestir em operações no exterior, podem cair de 30% a 40% neste ano, também conforme projetado pela ONU. No entanto, fortes respostas políticas por parte de governos e bancos centrais ajudaram a estabilizar os mercados. Fluxos de informação digital tiveram um rápido crescimento, uma vez que a pandemia levou o trabalho, o entretenimento e a educação para a esfera on-line. As pessoas e as empresas apressaram-se para se manter conectadas digitalmente, levando a aumentos de dois dígitos no tráfego de internet global.

A Europa está no topo do ranking com os países mais conectados globalmente, enquanto as nações do Sudeste Asiático estão a exceder as expectativas

O DHL Global Connectedness Index utiliza mais de 3,5 milhões de pontos de dados para acompanhar a globalização de 169 países durante o período de 2001 a 2019. Mede a conectividade global de cada país com base na dimensão dos seus fluxos internacionais em relação à dimensão da sua economia doméstica ("profundidade") e na medida em que os seus fluxos internacionais são distribuídos globalmente ou com um foco mais estreito ("amplitude").

Os dados mais recentes mostram que, novamente, os Países Baixos lideram o ranking dos países mais conectados globalmente. Singapura, a Bélgica, os Emirados Árabes Unidos e a Irlanda completam os cinco melhores. Singapura lidera no índice de fluxos internacionais relativos à atividade doméstica. Além disso, nenhum país possui uma distribuição de fluxos mais global do que o Reino Unido. A Europa reivindica o primeiro lugar como a região mais globalizada do mundo, com oito dos dez países mais globalmente conectados aí localizados. Esta lidera em fluxos de comércio e de pessoas, enquanto a América do Norte é a região com maiores fluxos de informações e de capital. A lista de economias que parecem estar a exceder as expectativas em termos de fluxos internacionais é liderada por Camboja, Singapura, Vietnam e Malásia, com cadeias de abastecimento regionais como um fator chave no desempenho das nações do Sudeste Asiático.

O relatório GCI deste ano também marca o início da nova iniciativa da DHL pela globalização na Stern School of Business da Universidade de Nova York. A nova iniciativa de pesquisa visa criar um centro líder em excelência na investigação sobre globalização movida por dados. Para saber mais sobre esse trabalho, visite o site em https://bit.ly/3qs09hc.

Distribuído pelo Grupo APO para Deutsche Post DHL.

Nota aos editores:

O relatório foi comissionado pela DHL e é da autoria de Steven A. Altman e Phillip Bastian, da Stern School of Business da Universidade de Nova York. A metodologia usada para calcular o DHL Global Connectedness Index 2020 não foi alterada significativamente em relação às edições anteriores do índice. A única alteração metodológica significativa introduzida nesta edição foi a adição da colaboração em pesquisa científica internacional, como um componente de medida dentro do pilar de informações do índice. Os dados usados para determinar o índice foram atualizados completamente tanto para estender os resultados até 2019 quanto para incorporar fontes de dados revistas dos anos anteriores. Estes documentam e dissecam os níveis de globalização relativos tanto a todo o mundo quanto para 169 países e territórios que, juntos, respondem por 99% do PIB mundial e 98% da população mundial.

O relatório e as informações adicionais de contexto estão disponíveis para download em https://DHL.com/GCI.

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Sobre DHLA empresa de logística referência mundial:
A DHL (https://www.DPDHL.com) é a marca líder mundial no setor logístico. As nossas divisões DHL oferecem um portfólio único de serviços de logística que abrangem desde a entrega de encomendas nacionais e internacionais, as soluções de operação e transporte de comércio on-line, o expresso internacional e os transportes marítimo, aéreo e rodoviário até à gestão de cadeias de abastecimento industriais. Com 380.000 colaboradores em mais de 220 países e territórios em todo o mundo, a DHL conecta as pessoas e os negócios de maneira segura e confiável, o que possibilita fluxos de comércio global sustentáveis. As soluções especializadas para os mercados e setores em crescimento, que incluem os de tecnologia, ciências da vida e saúde, engenharia, fabricação e energia, automóvel e de retalho colocam a DHL destacadamente na posição de "empresa de logística referência mundial".

A DHL faz parte do Deutsche Post DHL Group. O Grupo gerou receitas de mais de 63 bilhões de euros em 2019. Com práticas empresariais sustentáveis e um compromisso com a sociedade e o meio ambiente, o Grupo contribui positivamente para o mundo. Até o ano 2050, o Deutsche Post DHL Group planeia alcançar uma logística sem emissões.

Sobre A Stern School of Business da Universidade de Nova York:
A Stern School of Business da Universidade de Nova York (https://www.Stern.NYU.edu/)
, localizada no coração do Greenwich Village e profundamente conectada com a cidade cujo nome carrega, é uma das principais escolas de educação em gestão e centro de investigação do país. A Stern School of Business da Universidade de Nova York oferece um vasto portfólio de programas transformacionais nos níveis de pós-graduação, graduação e executiva, todos os quais são enriquecidos pelo dinamismo e pela profundidade de recursos presentes numa das maiores capitais de negócios do mundo. A Stern School of Business da Universidade de Nova York é uma comunidade que estimula a inclusão, a capacitação, a diversidade e a igualdade, e inspira os seus membros a abraçar a mudança num mundo que está a mudar globalmente. Visite https://www.Stern.NYU.edu/.